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Liz, editei esse layout pra você, mas é provisório. E se você não gostar desse, eu edito qual você quiser, ok?
Beijos.
Liz.
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A palavra que melhor a define é inconstante.Opõe-se a quase tudo o que constata, até mesmo ao fato de ser inconstante. Sagitariana. Mineira. Nostálgica. Às vezes. Maybe.
Ama os amigos e os valoriza muito. Vive em busca da liberdade. Apesar de ser inconstante, ela o faz de maneira tal que seja sempre a mesma pessoa. Adora ajudar quem a solicita. Busca o aperfeiçoamento, mas não sabe bem onde buscá-lo.
Vive tentando resolver a tal ‘equação da vida’, mas até hoje não achou uma solução, pois suas incógnitas alteram o valor de acordo com seu humor, que muda de acordo com o cabelo, que muda de acordo com o vento, que está em constante mudança. Calmaria. Tempestade.
Um dia ouviu que ‘se definir é se limitar’, e ela não é simpatizante de limites. Desde então a dificuldade que tinha em exercer sua auto-definição só fez aumentar.
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Wonderwall
domingo, 31 de outubro de 2010 13:01
Comentários aqui.

Today is gonna be the day That they're gonna throw it back to you By now you should've somehow Realized what you gotta do I don't believe that anybody Feels the way I do about you now
Backbeat, the word was on the street That the fire in your heart is out I'm sure you've heard it all before But you never really had a doubt I don't believe that anybody Feels the way I do about you now
And all the roads we have to walk are winding And all the lights that lead us there are blinding There are many things that I would like to say to you But I don't know how
Because, maybe, You're gonna be the one that saves me And after all You're my wonderwall
Today was gonna be the day But they'll never throw it back to you By now you should've somehow Realized what you're not to do I don't believe that anybody Feels the way I do about you now
And all the roads that lead you there were winding And all the lights that light the way are blinding There are many things that I would like to say to you But I don't know how
(2x) I said: Maybe, You're gonna be the one that saves me And after all You're my wonderwall
I said: Maybe, You're gonna be the one that saves me (3x)
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Não posso me dar a honra de dizer que a vida toda eu fui fã de Oasis, até porque a banda nasceu antes de mim. E foi em 1994 que, a partir da The Rain (nome perfeito!), nasceu o símbolo do movimento Britpop. Rapazes e moçoilas, apresento-lhes Oasis. Músicas da banda, por serem de um enorme sucesso, sempre estiveram tocando por aí durante minha existência, eu, porém, era uma criança livre, despreocupada e que não prestava atenção em nenhuma música além das que a "tia" levava pra gente no pré-primário. Entretanto, eu, pessoa sem um mínimo de cultura (não me apedrejem! Já faz um tempo que estou trabalhando para mudar isso) só fui prestar atenção na banda no ano passado, por volta de abril, período antecedente aos últimos shows da banda aqui no Brasil. Os canais de TV deram bastante ênfase à vinda da banda, com playlists pra "aquecimento" na programação (né, MTV?). Ouvindo as músicas que tocavam na TV, eu acabei descobrindo um estilo que antes não me era sabido. Um clima de nostalgia instantânea e sem motivo me invadia enquanto eu ouvia Oasis, e nostalgia não é algo que me deixa indiferente. Então, resolvi conhecer melhor a banda. Comecei ao meu estilo: primeiro a biografia e depois as primeiras músicas, as quais posteriormente viriam a ser ouvidas bilhões de vezes consecutivas. E o meu primeiro grande amor do Oasis foi Wonderwall. Não porque eu tenha me identificado com ela e talz. Na verdade eu não faço ideia das causas da minha paixão por essa música. Aconteceu que, após a saída de Noel e o anúncio do fim da banda, eu arrumei um jeito de conciliar Oasis - Wonderwall, para ser mais exata - com as bandas de emocore adolescente que eu tanto amava na época (ok, ainda amo, rs) para chorar o término da banda. Quase ninguém, até então, sabia do eu amor pela banda, que só veio se manifestar publicamente esse ano, eu acho. Minha "febre Oasis" por vários momentos se abrandou, mas jamais esfriou totalmente e, nos últimos meses, algumas músicas da banda têm tido fortíssima presença na trilha sonora da minha vida, ainda mais depois que eu descobri que outros amigos meus também conhecem e amam a banda. Daí em diante foi um compartilhamento louco de fatos e experiências que envolviam Oasis, Green Day e afins. A música Wonderwall, particularmente, tem sido muito e desastrosamente cantada por mim e os outros amigos que a curtem. E eu quero lembrar-me dessa música pra toda a vida como o "tema" de um período de despedidas (assunto para outro post) pela qual estou passando e ainda vou passar. E quero, ao ouvi-la, lembrar-me de pessoas e períodos muito especiais para mim. E aí sim eu terei motivos para ficar nostálgica ao ouvir Oasis. É. Agora resta torcer para a recuperação da banda, que, ao contrário do que fora declarado, segue sem Noel e, de acordo com Liam, deverá mudar o nome e talvez outras coisas. Bem, meu relacionamento com uma das bandas mais influentes dos anos 90 não cabe em um post só, então acho que ainda vão ver bastante coisa sobre ela aqui. Mas eu preciso ressaltar duas coisas bacanas desse love: -Apesar de Oasis basicamente apoiar-se nos Beatles, dos quais não sou lá muito fã, eu amo muito o estilo da banda, que também influencia várias outras que eu guardo no heart (The Killers, Catch Side, Stevens, Artic Monkeys, Coldplay, Kasabian...); -Uma coisa que eu admiro muito em várias músicas dessa banda é a presença do "maybe'", com o qual me identifico super, e que talvez seja o provocador da nostalgia inexplicável que eu sinto ao ouvir Oasis. É. Just it. Hasta la vista.
Marcadores: amo, bandas, despedidas, nostalgia, oasis
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