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Liz, editei esse layout pra você, mas é provisório. E se você não gostar desse, eu edito qual você quiser, ok?
Beijos.
Liz.
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A palavra que melhor a define é inconstante.Opõe-se a quase tudo o que constata, até mesmo ao fato de ser inconstante. Sagitariana. Mineira. Nostálgica. Às vezes. Maybe.
Ama os amigos e os valoriza muito. Vive em busca da liberdade. Apesar de ser inconstante, ela o faz de maneira tal que seja sempre a mesma pessoa. Adora ajudar quem a solicita. Busca o aperfeiçoamento, mas não sabe bem onde buscá-lo.
Vive tentando resolver a tal ‘equação da vida’, mas até hoje não achou uma solução, pois suas incógnitas alteram o valor de acordo com seu humor, que muda de acordo com o cabelo, que muda de acordo com o vento, que está em constante mudança. Calmaria. Tempestade.
Um dia ouviu que ‘se definir é se limitar’, e ela não é simpatizante de limites. Desde então a dificuldade que tinha em exercer sua auto-definição só fez aumentar.
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 20:48
Comentários aqui.
Sabes, agora é fácil compreender aqueles que te exaltaram toda a vida. Fácil é também entender porque inspiras a tantos, em todos os campos das artes. Durante o dia, teu mar azul pinta a vida de teus filhos, que, quando sábios, conseguem refúgio nas tuas brisas e belezas. Quando a noite vem chegando, logo vestes teu manto escuro, totalmente cravejado de cristais. Tua lagoa agora é teu espelho e seus cabelos, ondas do mar.
Quem me dera pudesse eu transmitir a todos os que aí vivem os sentimentos que me invadem quando, imperceptivelmente, invado-te. Ei, seu moço! Vá correndo, grite alto e escreva em letras garrafais. Avise logo aos duvidosos que o Rio de Janeiro, ah, o Rio de Janeiro continua lindo! E a cada dia aprimora sua beleza. Peça a eles que perdoem os erros dos filhos dessa terra, mas que não a julguem por tais.
Talvez seja bom também que saibas, pra que possa preparar a casa, que em breve receberás mais um filho. Filha. Pois, ao menos por enquanto, és o lugar que escolhi pra viver meus dias, compartilhando com o mundo as alegrias e tristezas de ser filha, mesmo que postiça, da primeira capital imperial do continente.
Me desculpem, mas eu fiquei encantada. O texto é um tanto surreal... Frutos da minha veia poética. Marcadores: nostalgia
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